ESCRITA

Quando eu tenho á minha disposição o dicionário, o papel e a caneta. E, por que não?, alguns livros onde me inspirar. E sei aproveitar tudo para me expressar, e não me falta a liberdade para isso, eu me faço um homem completamente feliz. Claro, aqui me lembro do meu tempo de menino, que era quando eu pensava em ser escritor. Então agradeço com saudades aos meus pais que sempre me deram livros de presente. Que presentes! Meu pai principalmente ficaria orgulhoso de mim por eu saber dizer das minhas coisas escrevendo.

A escrita tem, portanto, para mim um sentido todo existencial, que me completa. E vou escrevendo com os recursos da minha memória, não com notas que eu acaso tenha feito. E isto não é sinal de genialidade não, ao contrário é sinal de que me guardei durante um bom tempo para estar aqui.

Ocupo então meu tempo escrevendo. Diga lá quem quiser dizer que estas então são as notas. Eu não escrevo pensando no valor que acaso tenha minha escrita. E pensei esta última frase porque ela me veio ao pensamento. E eu não sou um pensador, no sentido exato do termo.

Antes, muito antes de estar aqui, eu me torturei muito com a dificuldade de me expressar por escrito. Às vezes estava lendo um livro, parava, e ia escrever. Mas queria escrever como o escrito naquele livro. E via que eu não podia fazer isto. Hoje passo a maior parte do meu tempo no meu quarto-estúdio. E às vezes uma postagem me sai com facilidade. Outras vezes, não.

Esta postagem vai aos olhos dos leitores comigo pensando que o texto é de fácil digestão. E para escrever até aqui, eu segui o sábio conselho de minha mãe. Ela me disse:

- Escreva de maneira simples, que todos te compreenderão.

E aqui, aproveito este espaço final, para agradecer à minha mãe.

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