O APRENDIZ DE TUDO
Deixar envolver com a palavra escrita é uma espécie de encantamento. Eu, quando estou muito bem com a vida procuro a beleza estética destas palavras escritas. Vou contar, é uma coisa difícil às vezes. Quando penso que consegui um escrito belo, vou ver e nem sempre. Então, hoje estou aqui sem o compromisso com a beleza do que escrevo. E para não deixar que falem mal da minha competência, vou me remeter mais uma vez à minha trajetória de vida. Digo mais uma vez, mas contei aqui neste blog foi a minha trajetória profissional de pequeno burocrata.
Era uma rua estreita ao lado de uma igreja, e eu morava lá. Claro, meus pais não se descuidaram de nossa educação, nem a doméstica, nem a escolar. Então eu saía todos os dias para ir à escola. Que frequentei desde o jardim da infãncia. E nós, os filhos de nossos pais, éramos muito agraciados com presentes que eram os livros. Além dos livros vinham os brinquedos.
E eu não desgrudava dos livros. Até ao ponto de ouvir de minha mãe sempre:
- Descanse um pouco.
E trabalhei arduamente. Mas chegava em casa e lá estava eu lendo. Frequentei a escola até o superior incompleto. Mas tudo isso me fez foi bem.
E as cidades que conheci foram bastantes. Sempre cidades do interior mineiro. E uma frase que li, eu gostei muito dela:
"Minas são muitas."
Hoje moro aqui em Moeda, e gosto muito daqui. A casa que minha mãe deixou é grande, espaçosa e bonita e confortável. Sem mentira alguma. Do Rio Grande do Sul a Editora Gaya sempre me manda exemplares com textos que escrevi e ela publica. De São Paulo, a Editora Scortecci me envia exemplares com textos meus. No melhor estilo AUTOR/EDITORA.
E já fui empossado por três Academia de Letras. Podem rir da minha vaidade. Estou aqui sempre festejando o fato de ser Acadêmico. Vou confessar: é que sou Acadêmico novato. Os novatos costumam mesmo ser um pouco infantis. Mas, creio, isto passa. E estou aprendendo. Pois como dizia um professor meu:
- O Homem sempre aprende, do nascer ao morrer.
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